Arthur Lavigne e a “inocencia”de Paula Thomaz

Em juízo, Paula Thomaz negou a confissão feita anteriormente a delegados e policiais: naquele dia tinha ficado 8 horas dentro do barrashopping, esperando Guilherme de Pádua terminar de gravar para ir busca-la. Não fez nenhuma compra, não apresentou nenhuma comprovação que sustentasse o álibi.

Também disse que não perguntou nada ao marido quando este foi busca-la muito além da hora combinada, ainda que, segundo suas palavras, ele viesse chorando e muito nervoso no trajeto de volta. Declarou ainda que, mesmo depois da prisão de Guilherme de Pádua, não se interessou em perguntar a ele  o que tinha acontecido, como tinha acontecido e porque ele cometera o crime: para poupa-lo!

O Barrashopping, segundo trechos (publicados em jornais), do livro escrito por Guilherme de Pádua (na terceira pessoa), para contar sua última versão,  era o álibi que os dois tinham combinado, quando a polícia chegou a casa deles. Veja:

Ele tentava se acalmar para parecer o mais inocente possível. Era hora de salvar a família e a chance de um futuro. Não poderia parecer inseguro. Tinha que convencer a toda e qualquer pessoa de que ele e Paula nada tinha a ver com a morte de Daniella. Para isto já possuia na cabeça um depoimento armado: ele havia buscado a esposa no Barrashopping e só não podia comprovar porque quando passou para apanha-la já eram mais de vinte e duas horas e o guichet de entrada que anotava as placas dos veículos já estava fechado.(...) Tudo já estava combinado entre ele e Paula, para que ambos contassem a mesma estória, caso fosse necessário o depoimento dela. Seguros de que possuiam um álibi perfeito, foram até a sala, ao encontro dos investigadores

Arthur Lavigne fala sobre a "inocência"de Paula Thomaz, no Tribunal do Júri:

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4 Responses to Arthur Lavigne e a “inocencia”de Paula Thomaz

  1. Marcella 06/07/2012 at 9:38 pm #

    Como é possivél existir duas pessoas tão frias quanto Guilherme e paula? O Guilherme trabalhava com a Dany,passava horas com ela e dentro da sua cabeça imunda ele planejava mata-la da forma mais cruel possivél!. E a Paula era uma jovem de 19 anos,que ia ser mãe.Nem a gravidez a sensibilizou, ela não pensou que o filho que esperava ia ser marcado como filho de assassinos.

  2. Palewa Merçon 15/12/2010 at 11:44 pm #

    Megg, disse tudo! E depois do leite derramado, essa vaca ainda está viva, liberta, com ficha limpa, formada numa boa faculdade, casada e foi mãe novamente… muita gente de bem não pode ser mãe por não ter condições financeiras, estudar num lugar bom, etc. e são pessoas que nunca mataram, nem sequer praticaram uma contravenção penal. Nossa Dany mesmo está num cemitério enterrada, morreu com ela todos os seus sonhos, inclusive os de ser mãe. Tudo causado por essa perversa invejosa e seu ex-marido, igualmente perverso e invejoso. Isso é justo, Dona JUSTIÇA BRASILEIRA? Não?! Então pq soltou os assassinos de Daniella e ainda limpou suas fichas criminais? AFF!

    REVOLTAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!

  3. Megg 15/12/2010 at 10:37 pm #

    Shopping, sei… só se for matagal shopping.
    Qualquer mãe normal do mundo no lugar dela estaria comprando roupinhas pro filho que estava na barriga, mas não, ao invés disso, foi pro matagal furar o coração de uma jovem que também tinha o direito de ser mãe, e que queria ser mãe.

  4. Fernanda 18/05/2010 at 5:04 am #

    Quem é inocente não se cala, fica louco pra desfazer a injustiça da situação em que se encontra. Essa postura também pudemos ver com os Nardoni

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